sexta-feira, dezembro 23, 2005

What a Shame!!!!!

Meu Deus! Que vergonha.... faz tempo, né! Espero que tenha valido a pena visitar meu blog depois de tanto tempo sem blogar....
Solidão
Solidão quando somos solteiros tem haver com a falta de alguém que não conhecemos. Quando não temos amigos, sentimos solidão. Quando temos amigos mas estão distantes, aí sentimos saudades. E saudades é bom, pois quer dizer que sentimos falta de algo que existe, indiossincrasias, manias, momentos engraçados... e até trágicos!
Mas solidão é um peso. É um fardo que muitas vezes acompanha o compromisso por santidade. Sabemos que não é pra ser assim, principalmente estando ao lado de Jesus, que nos basta. Mas como humanos experimentamos esse "trem", esse "treco ruim" que se chama solidão.
Solidão é sem amizade, sem ter a quem respeitar, nem mesmo a quem orar! A solidão é esperar uma eternidade, impacientemente a espera de encontrar-se com alguém. Solitário é ser bom em vão, sem ter um próximo para receber.
Namorar, noivar e casar são passos definitivos de um lugar sombrio chamado solidão para outro melhor. E quando a gente caminha criamos um espaço, uma distância.
E quando existe distância, existem pelo menos 2 pontos, que podem definir várias coisas desde uma simples reta, até coisas mais complicadas como ódio, rancor, tristeza até coisas menos complicadas porém mais complexas como amor, carinho, saudades....
Tchau solidão!
Não apareça aqui nunca mais!
Amo vocês!
lyo

sexta-feira, julho 29, 2005

Causos Urbanos 5 - A Lua de Mel

Casamos.
Logo depois fomos para nossa lua de mel.
Foi muito melhor do que eu poderia esperar.
O que faz de uma lua de mel um "causo urbano"?
Acho que aqueles lugares deixaram de ser apenas paisagens. Deixaram de ser memoráveis apenas por fotos. Uma parte daquilo tudo está guardado em nossos corações, nossas mentes.
Sinto que não só carregamos em nós, os cheiros, as texturas, os sabores, as cores. Mas mudamos aquele lugar. Tomamos posse dele. Daquele lugar que é só nosso, onde ninguém mais poderá entrar, ou pisar... não os mesmos passos...
As folhas que caíram nunca mais cairão de novo. As nossas lagostas, nossas moquecas, as águas que passaram, as risadas que nós demos, aquilo tudo que confessamos um ao outro... Aquilo é nosso... Passou e ficou só conosco. Tudo que pela câmera passou desapercebido. É nosso...
Ilha de Boipeba ficou maior. Ilha de Boipeba ficou mais bonita. Ilha de Boipeba ficou mais romântica.
Já não é mais a mesma, pelo menos para a gente. E penso o que mais poderiamos mudar. Para mim o que era ilha já virou quase um continente.
Poderíamos mudar o mundo... quer causo mais urbano do que esse?

quinta-feira, julho 21, 2005

Meu Primeiro Valiesere...



Dizem que o primeiro sutiã a gente nunca esquece... Bem na falta de um sutiã, fiz meu primeiro evento! (No tempo oportuno corrigirei essa última afirmação)
Esse foi muito especial. Tinha tudo para dar errado. E eu comecei a me perguntar o que eu estava fazendo aqui? Pensei se foi sábia minha decisão de vir para Pompéia, ou se Deus precisava de alguém fraco e despreparado para fazer a vontade dEle... Pensei que esse evento não estivesse mais em seu coração...
No meio dessas perguntas percebi uma coisa. eu estava certo com relação a uma única coisa. Deus realmente precisava de alguém fraco e despreparado. E tenho certeza de que esse alguém sou eu!
Acho que no meu coração estava com tantas inseguranças, e nisso Ele achou terra "adubada" para lançar suas sementes. Tive a nitida impressão de que na minha fraqueza, Ele se fez forte, e assim pude perceber sua grandeza, sua beleza e sua Graça.
Não fui eu que fiz nada. Ele fez tudo. Uma tenda de circo para cerca de 500 pessoas, palco e iluminação de primeira, evangelismo de crianças (cerca de 100 conversões), alimentação para 200 pessoas, alojamento, equipe de voluntários, ufa... mais outros tantos detalhes...
Antes de começar o evento, eu estava pronto para dizer pro pr. Massao que ele deveria cancelar tudo. Mas ele olhou para mim e disse: "Ivan, sinto paz no meu coração de que devemos fazer esse evento. Deus vai suprir."
Desde então foi uma montanha-russa. Hoje olho para trás e vejo mais de 200 convertidos durante o evento, vejo gente fazendo arte com apenas um objetivo que é Glorificar o nosso Deus, vejo também uma equipe de 50 voluntários trabalhando duro por 10 dias seguidos, das 07h00 até as 23h00.
E fica muito claro no meu coração que eu não fiz nada...
E me alegro por isso!
Entendo que Ele precisa de solo balanceado. Um pouco de insegurança como adubo, um pouco de ousadia para diminuir a acidez, algum sofrimento como um arado sulcando a terra, e muita paciência para semear. Mas nenhum trabalho é pesado o suficiente quando sabemos que é Ele quem faz a Obra.
Sinto que estou no lugar certo.
Sinto que estou nos Braços do Pai!

sexta-feira, junho 24, 2005

Finalmente Casado! Que seja só o começo...

Pouco antes do casamento algumas pessoas fizeram alguns comentários que me fizeram pensar.
Um dos mais ouvidos foi o famoso “Tá chegando...”, mas esse além de engraçadinho, é inofensivo. Outro é “Como estão os preparativos?”, que demonstra um certo tipo de cuidado, de carinho e até mesmo cobrança!
Casar deve ser bom... Essa foi a primeira resposta ao comentário mais estranho que ouvi. Essa “opinião estranha” pode ser dita com diversas figuras de linguagem como por exemplo: “Tá indo prá forca”, “Tá puxando o breque de mão?”, ou “Tá indo em cana”, e por aí vai.
A visão de muitas pessoas (homens em geral) é que casar é sinônimo de perder a liberdade.
Acho que isso depende do seu estilo de vida. Liberdade para alguns significa beijar quem você quiser, transar com quem e com quantas desejar. O engraçado é que nunca enxergam isso como ser escravo das próprias necessidades, e que muitas vezes acabam até escravizando os outros, em benefício de seus próprios desejos.
Pessoas assim costumam achar que casamento é uma instituição abusiva. Não só o casamento, mas também o relacionamento que estabelecemos com Deus quando nos denominamos cristãos.
Posso afirmar que casar foi um grande passo rumo a liberdade. Liberdade de amar livremente minha esposa. Assim como aceitar Jesus foi o grande salto em direção a liberdade total em minha vida.
Casar é bom... e assim quero ir descobrindo cada vez mais, as cores, a intensidade, o cotidiano, quebrar o cotidiano...
Se eu puxei o breque de mão? Com certeza! Dessa garagem eu não saio mais.
Se fui pra forca? Posso dizer que sim. Sufoco-me lentamente, morrendo para mim mesmo.
Prendi-me a uma aliança que me faz ainda mais livre.

Elen, eu te amo!

terça-feira, maio 24, 2005

Vou Casar!

Parecia não chegar nunca!
E agora só faltam poucos dias...
Está perto, eu posso sentir. Mas as horas demoram a passar.
Se eu corro com o trabalho, é pior. Aumenta o vácuo entre os ponteiros dos minutos e dos segundos, que só vai aumentando as horas, a espera.
Luto então para não alucinar meu ritmo. Parece piorar. Porque brigo dentro de mim pela vontade de logo dizer sim, mas o tempo é lento. Na mesma proporção que vai encurtando vai perdendo velocidade.
Oro por Paz. Recebo a Paz, que meu coração ansioso insiste em roubar...
Não vejo a hora de casar.
Elen, eu te amo!

sábado, maio 21, 2005

Causos Urbanos 4 - O Cinto de Segurança

Na cidade de São Paulo, andar sem cinto de segurança da multa!
Acredito que na cidade de Pompéia seja mais difícil, mesmo por que, não se vê fiscalização nas ruas.
O interessante (ou viajante) do fato dessa constatação aparecer no meu blog, é que isso pode parecer mais espiritual do que nós podemos imaginar. Veja só.
Estava eu pilotando um carro em Pompéia, e na ida, fui a viagem inteira sem o cinto de segurança. Dei de ombros... Pensei que mal poderia acontecer por ruas onde não se anda a mais do que 40 ou 50km/h.
Tive medo desse pensamento. Isso me fez pensar que toda minha vida de motorista andei com o tal de cinto de segurança apenas para não tomar uma multa. Era medo da penalidade, e não por preservação da minha vida. Eu nem pensei. Na primeira chance que tive de não tomar multa por dirigir desprotegido eu o fiz. Fui até o fim do trajeto, sem remorsos.
Pensei na Elen. Mesmo em Pompéia ela sempre usou o cinto. Isso é amor a vida.
Quantas vezes agimos de maneira segura apenas por uma questão legal. Por medo de levarmos uma multa. Qual é o valor da lei em comparação com o valor de uma vida?
Será que podemos aplicar esse raciocínio na nossa vida espiritual? Vamos pensar num exemplo prático.
Não transar antes do casamento pela "lei de Deus", ou por "amar a Deus"?
Cuidado. Pois na primeira chance, onde aparentemente não existe perigo, pode ocorrer algo mais danoso que uma simples multa. Não estou falando de DSTs, muito menos de gravidez indesejada, acho que são consequências de algo muito maior. O perigo mesmo, é afastar-se de Deus. E pior ainda. Desagradar seus sentimentos!
Perceba que não falamos de um ditador cheio de regras, mas de um Pai amoroso. Alguém com quem podemos manter um relacionamento profundo e duradouro, e colocamos esse ralcionamento em jogo, quando agimos apenas pela lei.
São muitos exemplos que podemos aplicar a esse raciocínio...
Na próxima vez, quando estiver apertando o cinto de segurança (ou o de castidade também), pense na razão pela qual você está fazendo isso.

segunda-feira, abril 11, 2005

Ninguém Nasceu Quadrado - Então se Vira!

Na quinta-feira passada fiz macarrão.
Hoje fiz arroz, feijão, salada e bife acebolado!
Modéstia as favas, ficou muito bom!!!
Tô começando a realmente curtir esse trem. A Elen que vá se preparando!
Rapazes de quarta-feira, Pauleira, Robertinho, Davi, Alisson, Levi, Edu, Clébão, o bom e velho Dirceu... Valeu galera!!! Agora eu tô me virando! rs
Bom, deixa eu dormir....
Yassumiiii!

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